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Projeto do aluno Luiz Felipe controla a irrigação do Borboletário Da Vinci

16 julho de 2019

Por Victor Humberto Salviato Biasutti

Em 2017, o aluno Luiz Felipe Gama Di Grado participou do Programa International Journey of Science & Technology, da Kennedy Space Center International Academy (KSCIA), Space Coast – Florida – Estados Unidos, NASA.

Em 2019, Luiz Felipe cursa a 2ª Série do Ensino Médio, e começa a definir sua profissão como Engenheiro Eletricista.

Ainda em 2019, Luiz Felipe participou da terceira edição do Projeto NASA Science Days, em São José dos Campos,  onde apresentou um projeto de painel de coleta de energia solar com mecanismos para seguir o “caminho” do sol, e de um sistema de irrigação baseado em Arduino, e a necessária programação para fixar os parâmetros dos sensores e definir os momentos da rega.

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Luiz Felipe mostrando seus projetos no Science Days de São José dos Campos.

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Protótipo montado, alguns ajustes para confirmar o funcionamento.

Após, seguir para a montagem.

Para a instalação no Borboletário, os componentes foram montados em circuito impresso, acomodados em uma caixa com demais peças, sendo a caixa fixada próximo do painel de controle, com LEDs sinalizadores de solenoide energizado ou não, para liberar a passagem da água. Na montagem atuou Denilson, funcionário do Setor de Manutenção do Da Vinci.

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Com três sensores – umidade da terra do canteiro, umidade do ar e temperatura ambiente, os parâmetros estão sendo ajustados para a situação real do ambiente, de modo a oferecer mais conforto às borboletas e às plantas, evitando-se umidade e calor excessivos.

Ainda em caráter experimental e em ajustes, o sensor foi inserido em um dos canteiros, com uma proteção para chuva natural ou artificial não falsearem a informação.

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Os parâmetros vêm sendo ajustados para o habitat oferecer ótima condição para o funcionamento do Borboletário.

Foi alterado o sistema  de aspersão, passando de “bailarinas” para “névoa”.

Para permitir as visitas sem chuvas em momentos não apropriados, o funcionamento depende, também, de um temporizador com horários previamente estabelecidos e tempos de molha, da mesma foram, definidos.

A lógica é: SE a umidade da terra estiver insuficiente, OU se a umidade do ar estiver abaixo do programado, OU se a temperatura ambiente estiver acima da especificada, E se o temporizador estiver em período de liberar a água, ENTÃO chove.

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